Estaduais, a conta que não fecha

Responsáveis por um terço do ano do futebol nacional, os campeonatos estaduais deveriam gerar receitas significativas que, ao menos, justificassem o espaço que ocupam no concorrido calendário das equipes. No entanto, não é o que encontramos quando comparamos os impactos causados pelo excesso de jogos disputados à contrapartida financeira que os clubes recebem.

A elevada quantidade de jogos faz com que os clubes brasileiros sejam aqueles que mais joguem no mundo, fato que é ainda mais agravante para um País com dimensões continentais.

O excesso de jogos dificulta ainda mais a formação e manutenção dos elencos, exigindo que os clubes contratem mais atletas para disputar as competições ao longo da temporada, o que gera aumento nos custos do futebol e diminui a qualidade média dos elencos. Com o nível técnico mais baixo, a qualidade do produto também cai, e o torcedor perde o interesse pelo jogo, comprometendo a geração de receita.

A equação poderia ser amenizada se o valor recebido pelos clubes justificasse os prejuízos técnicos que desvalorizam o produto. No entanto, os principais estaduais do País custam R$ 399,6 milhões para as detentoras de direitos de transmissão, valor inferior a 90 milhões de euros, a serem  distribuídos entre todas as equipes.

E é com o objetivo de elucidar a discussão sobre o futuro dos estaduais, com informações sobre os valores de transmissão recebidos pelos clubes, que elaboramos este estudo.

Aqui você encontrará:

•Os campeonatos estaduais que mais recebem verbas por direitos de transmissão;

• Os clubes que mais recebem cotas de transmissão para a disputa do estadual.

Para acessar é só clicar no link: 

http://www.pluriconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Estaduais-a-conta-que-n%C3%A3o-fecha.pdf

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