O desequilíbrio nas cotas de transmissão dos estaduais

Esta é a segunda parte da nossa série de estudos sobre as verbas recebidas pelos clubes para a disputa dos estaduais em 2020. No relatório anterior apresentamos as contrapartidas financeiras de cotas de transmissão e premiação destinadas às equipes que disputam os principais estaduais do país.

Lá vimos que a conta dos estaduais, de fato, não fecha. O acúmulo de jogos no início do ano estreita a pré-temporada das equipes e exige maior investimento para a construção de elencos mais fartos, o que diminui a qualidade média dos times e afasta o torcedor dos estádios. Como vimos, o retorno financeiro está longe de ser vantajoso. Dependendo do estadual, as cotas de transmissão mal pagam um mês de salário dos principais atletas do elenco. O levantamento também mostrou a disparidade que há entre os valores recebidos pelos clubes da Série A. O Bahia recebe menos de R$ 1 milhão para disputar o Baiano, enquanto clubes paulistas levam R$ 26 milhões, além da premiação que pode render mais R$5 milhões, pela disputa do Paulista.

Nesta edição vamos cruzar os dados do levantamento anterior com o nosso Torcedômetro, que mede o tamanho das torcidas no Brasil. O objetivo é verificar quanto as detentoras dos direitos de transmissão pagam por torcedor de cada clube.

Afinal, será que seu clube recebe o quanto deveria pela disputa dos estaduais?

Para acessar é só clicar no link: 

https://www.pluriconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2020/01/O-desequilíbrio-nas-cotas-de-transmissão-dos-estaduais.pdf

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